quarta-feira, 5 de novembro de 2025

PUVF (Projeto União Faz a Vida)


    Olá, eu me chamo Gabriel da Rosa dos Passos e estou no 9° ano da escola Padre Reinaldo localizada no pequeno munícipio de Piratini (RS), e hoje vou fazer um breve resumo sobre o PUFV e minha experiência lá:
    Tudo começou de tarde, ao chegarmos na Igreja Luterana de Piratini, os projetos da nossa escola ficaram bem próximos ao palco, havia vários projetos de nossa escola e era MUITA gente naquele local, uma coisa chata foi o barulho extremo, ficou dificil a nossa apresentação, mas não culpo ninguém, lá havia muito eco mesmo.

Representação do tanto de gente que havia lá

Não teve muita gente para nos visitar, os nossos professores no geral deram bastante importância para o projeto, sei lá, achei que no ano passado nós tínhamos mais "visitas", mas nada de grave.

Eu estava em dois projetos: "Tabuada Musical" e o trabalho "Vozes Que Contam".

Sobre cada um:

-Tabuada Musical: "O projeto foi criado por uma necessidade vista pelas professoras de matemática Sibele e Simone, foi percebido por elas que os alunos tinham dificuldades com a tabuada, para isso, elas tiveram a grande iniciativa de acrescentar musica juntamente com a matemática, e isso funcionou, e funcionou muito bem, pois é comprovado cientificamente que a musica e outras maneiras mais didáticas de ensinar as matérias realmente melhoram o aprendizado dos alunos."







Este aqui é um video sobre a nossa apresentação, desculpem-me pelo audio péssimo.






Comigo aqui estavam apresentando os alunos (as) Emily (8° ano), João Pedro (6° ano), Henrique (7° ano) e eu (9 ° ano). 

-Vozes Que Contam: "O projeto Vozes Que Contam foca no resgate da tradição oral, preservando o conhecimento transmitido pela fala ao longo das gerações.

Nossa missão é registrar e valorizar as histórias, os saberes práticos, ditados e lendas que nossos avós e comunidade compartilham, garantindo que essas ricas heranças culturais não se percam com o tempo.

Ao ouvir e documentar essas narrativas diretamente de nossos mais velhos, garantimos que essa sabedoria ancestral permaneça viva e acessível."

Comigo aqui estavam apresentando as alunas Ana Carolina (9° ano) e Lariele (9° ano) com a professora principal sendo a Edna, da matéria.

    No geral foi bem interessante esta feira de ciências, acabei por conhecer um rapaz da escola José Maria da Silveira, o projeto deles em resumo era sobre jogos de tabuleiro antigos, vi que havia um tabuleiro de damas ali, e convidei-lo para jogar uma partida, por pouco não venci ele kkkkk.
    
    Encontrei antigos e recentes amigos que foram a feira para nos ver no geral.
    Achei interessante esta feira de ciências, um dia quero ir em uma dessas não para apresentar, mas sim ver cada projeto com calma e tempo.
    
    Neste ano havia apenas um "jurado", gente boa e divertido, mas como acabamos por ser os últimos, ele apresentava uma certa pressa (mesmo não demonstrando-a de maneira direta), ajudei a apresentar os dois projetos citados anteriormente no momento em que ele foi visitar cada um, ele até ficou surpreso, com minha presença em ambos.
    Fico feliz por ter feito minha última representação da escola neste ano e talvez para sempre, pois estou acabando o nono ano e acho que não tem como eu rodar, espero ter fechado com chave de ouro este ano e esta pequena carreira como aluno dessa maravilhosa escola, que por anos me acolheu e me deu varias oportunidades, um abraço.

    Caso queira ver os outro projetos e muito mais, siga a escola no facebook: 

    PadreReinaldo Piratini 

    Muitos obrigado a todos que chegaram até aqui e tchau!


terça-feira, 4 de novembro de 2025

Por que os números romanos sumiram?

 Você já viu filmes antigos com números assim: XII, XV, XXI?

Relógio com os números romanos

Esses são os números romanos, criados há mais de 2.000 anos.                                                          Eles eram úteis para escrever datas e contar objetos, mas tinham um problema: ❌ eram difíceis de usar em contas.                                                                                                                                              Tente multiplicar XIV × IX sem errar!                                                                                             Quando o sistema de números indo-arábicos (1, 2, 3, 4...) chegou à Europa, tudo ficou mais fácil — especialmente a tabuada e as operações.                                                                                                  Por isso, os números romanos ficaram só para os relógios e títulos de filmes. 🎬

De onde vem o sinal de igual (=)?

Parece simples, mas o sinal de igual tem uma história curiosa.                                                                   Ele foi criado em 1557 pelo matemático galês Robert Recorde, que se cansou de escrever “é igual a” o tempo todo.

Retrato/ilustração de Robert Recorde

Ele escolheu duas linhas paralelas porque, segundo ele, “nada pode ser mais igual do que linhas iguais e paralelas”.
Desde então, o símbolo se espalhou pelo mundo e virou parte essencial da matemática.
✏️ Pequeno, mas com um grande significado: igualdade!

Por que o zero é tão importante?

 O número zero pode parecer “nada”, mas é um dos maiores inventos da história!

Como o 0 é representado em outras culturas

Antes dele, as antigas civilizações conseguiam contar, mas não tinham como representar o “nada”.

📜 Foram os indianos que criaram o símbolo 0 e os árabes o espalharam pelo mundo.
Graças a ele, conseguimos escrever números como 10, 100 ou 1.000 — e até fazer cálculos mais complexos.
Sem o zero, a matemática seria um caos!
👉 Da próxima vez que ver um “0”, lembre que ele representa uma das ideias mais poderosas que a humanidade já teve.

Histórias curiosas dos números: de onde vem a tabuada?

 Antes de virar parte dos cadernos e quadros da escola, as tabuadas já existiam há milhares de anos!

📜 No Egito Antigo, os escribas usavam tabelas de multiplicação para calcular colheitas e construções.
Na Grécia, Pitágoras — o mesmo do famoso teorema — também criou uma tabela com os produtos dos números, e daí surgiu o nome “tabuada pitagórica”.
Com o tempo, cada civilização foi adaptando até chegar à forma que usamos hoje.
Ou seja: aprender a tabuada é fazer parte de uma tradição matemática que atravessou séculos!

O que é um número perfeito?

Na antiguidade, os gregos acreditavam que certos números tinham equilíbrio divino.

Um número perfeito é aquele que é igual à soma de seus divisores (sem contar ele mesmo).
📏 Exemplo:
6 → divisores: 1, 2 e 3 → 1+2+3 = 6 ✅
28 → divisores: 1, 2, 4, 7, 14 → 1+2+4+7+14 = 28 ✅
Eles achavam que esses números traziam harmonia ao universo.
Hoje, sabemos que são raríssimos — o próximo depois do 28 é o 496!
🧠 Curioso, né? A perfeição também existe nos números.

Matemática no cotidiano: onde usamos sem perceber?

 Você pode até não notar, mas usa matemática o tempo todo — mesmo fora da escola.

🛒 Quando compara preços no mercado.
🎮 Quando calcula pontos e estratégias num jogo.
🍰 Quando divide um bolo com os amigos.
A matemática é uma linguagem escondida por trás de tudo que funciona: tecnologia, música, culinária e até redes sociais.
Aprender a enxergá-la nas pequenas coisas ajuda a entender melhor o mundo — e a se divertir com ele!

Jogos e matemática: a dupla imbatível

Acha que está apenas se divertindo quando joga? Pense de novo!
Cada jogo eletrônico é construído com cálculos matemáticos:

  • Os movimentos dos personagens usam coordenadas;

  • As pontuações seguem proporções e probabilidades;

  • E a física dos saltos e tiros vem de equações reais!
    🎯 Até o equilíbrio entre fases e dificuldades é feito com estatística.
    Ou seja: sem matemática, o seu jogo favorito nem existiria.

Por que o tempo é contado em 60?

 Por que um minuto tem 60 segundos, e uma hora 60 minutos?

Tudo vem dos antigos babilônios, que usavam o sistema de base 60 para contar.
Eles escolheram esse número porque tem muitos divisores (1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30 e 60), o que facilitava medições e cálculos.
⏳ Até hoje, seguimos o mesmo modelo — prova de como a matemática antiga ainda marca o ritmo do nosso dia!

O infinito existe de verdade?

 O símbolo do infinito (∞) parece o número 8 deitado, mas representa uma ideia muito maior.

Ele foi usado pela primeira vez em 1655 por John Wallis, para expressar algo que nunca termina.
Mas o infinito não é um número — é um conceito.
Podemos sempre contar mais, dividir mais, multiplicar mais… e nunca chegar ao fim.                      Lembre-se, alguns infinitos são maiores do que outros.                                                                              ✨ É o jeito da matemática dizer: “há sempre mais para descobrir”.                                                              E isso é o que torna a matemática tão fascinante!

Como criamos nossas músicas da tabuada?

 Nos bastidores do projeto Tabuada Musical, os alunos usam criatividade e trabalho em grupo para transformar números em melodias.

O processo é mais ou menos assim:

  1. Escolhemos uma tabuada (por exemplo, do 7).

  2. Criamos um ritmo — pode ser funk, pop, sertanejo ou rap.

  3. Montamos as rimas com os resultados.

  4. Ensaiamos e gravamos!
    Além de aprender matemática, a turma desenvolve expressão oral, trabalho em equipe e confiança.
    💡 E o melhor: o aprendizado fica gravado em forma de música!

sábado, 1 de novembro de 2025

Música realmente influencia a melhor aprendizagem na matemática?

     Muitos se perguntam se essa coisa de misturar música e matemática é uma frescura, isso é o que eu irei mostrar aqui! Segundo um estudo científico renomado que durou 50 sendo feito.

    O estudo foi publicado em 29 de junho de 2023 com fonte de Grupo Taylor & Francis e teve principal parte feita pela a pesquisadora turca Dra. Ayça Akin, do Departamento de Engenharia de Software da Universidade de Antalya Belek, as pesquisas começaram em 1975 e acabaram em 2022, ela combinou cerca de 78.000 jovens, desde a creche até a universidade, para ter melhores respostas.

    Três tipos de intervenção musical foram incluídos na meta-análise: intervenções musicais padronizadas (aulas de música típicas, em que as crianças cantam, ouvem e compõem música), intervenções musicais instrumentais (aulas que as crianças aprendem a tocar instrumentos, individualmente ou como parte de uma banda) e intervenções integradas de música e matemática, nas quais a música é integrada às aulas de matemática. 

    Os alunos fizeram testes de matemática antes e depois de participarem da intervenção, e a mudança em suas notas foi comparada com a de jovens que não participaram da intervenção.

    O uso da música, seja em aulas separadas ou como parte das aulas de matemática, foi associado a uma maior melhoria no desempenho em matemática ao longo do tempo.

    Como vai mostrar o gráfico a seguir:

Impacto da Música no Desempenho dos Alunos em Matemática
    O gráfico apresenta, de forma comparativa, como cada tipo de intervenção musical contribui para o progresso dos alunos, em relação aos jovens que não receberam nenhum tipo de intervenção musical.
O estudo tambem mostra que a musica na matematica ajuda principalmente na aritmética básica (frações, divisões, TABUADA ,etc..)
    
    Dr. Akin ainda destaca: "Incentivar os professores de matemática e música a planejarem aulas juntos pode ajudar a aliviar a ansiedade dos alunos em relação à matemática, além de impulsionar o desempenho acadêmico."

Então sim, se eu quisesse eu colocaria MUITOS outros estudo que diriam a mesma coisa que eu vou lhe dizer agora:
Matemática e música ou qualquer outra maneira didática ajuda MUITO e dá ótimos ou médios resultados positivos.